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O BATISMO NO TERCEIRO SÉCULO

O BATISMO NO TERCEIRO SÉCULO No terceiro século, as especulações sobre o batismo giram em torno de sua função, até então universalmente aceita como meio de concessão do Espírito. O batismo de crianças era agora comum, e esse fato, junto com a rápida expansão do número de membros da igreja, fez com que os bispos delegassem cada vez mais a ministração dos sacramentos aos presbíteros. Como vimos, a existência de dissidentes levantou o problema do novo batismo deles ao se unirem à igreja. Conseqüentemente, crescia a importância dos ritos subsidiários associados ao batismo — crisma, ou unção com o sinal da cruz, e imposição de mãos. Observamos uma tendência de limitar o efeito do batismo em si à remissão de pecados e à regeneração e de vincular a dádiva do Espírito a esses outros ritos. Examinemos em primeiro lugar, o Oriente, onde idéias conservadoras persistiram mais tempo. Clemente de Alexandria declara [1]  que o batismo oferece regeneração, iluminação, filiação divin