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Mostrando postagens com o rótulo Reflexão

Separados por Deus, uma reflexão no amor de Deus

Separados por Deus Leitura: Gênesis 12.1-3 "Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção." (v. 2)        O que se vê por toda a Bíblia é que Deus está interessado na salvação de toda a humanidade. Lemos nas Escrituras a história específica de Israel no Antigo Testamento, e da igreja no Novo Testamento. Nos primeiros onze capítulos de Gênesis, a atenção de Deus é universal, e ele continua com essa atenção depois, já que todos os povos da terra e a terra toda continuam alvo do seu amor.      O que muda com Abraão é a ação de Deus: ele separa um só povo, por meio de quem as bênçãos serão para o mundo todo. Deus separa um povo para ser exemplo e canal de bênção aos demais, como se fosse um parceiro-chave e específico. Essa é a resposta de Deus à rebeldia da humanidade, que deseja ser independente dele, destruindo-se a si mesma.      Abraão deveria trocar o conhecido pelo desconhecido (Hb 11.18) e ver sua rec

Todos nós somos igualmente sacerdotes?

Todos nós somos igualmente sacerdotes? Todos nós somos igualmente sacerdotes, o que quer dizer que temos o mesmo poder no que diz respeito à Palavra e aos Sacramentos. Contudo, ninguém pode fazer uso desse poder exceto pelo consentimento da comunidade ou pelo chamado de um superior. (Pois o que é propriedade comum de todos, nenhum indivíduo pode reclamar para si mesmo, a não ser que seja chamado).1 O Ofício do Ministério Público foi instituído por Deus e deve ser distinguido do ministério que Deus deu para todos os cristãos: o Ofício das Chaves - o privilégio e o dever de proclamar as boas-novas da salvação, a autoridade para perdoar ou para reter pecados e a responsabilidade de administrar os meios da graça, que são chamados de sacramentos. Pedro chama os cristãos de "raça eleita, sacerdócio real...a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz,...a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por inte

Reflexão da Parábola das dez virgens Mateus 25,1-13

Reflexão da Parábola das dez virgens Mateus 25,1-13 Parábola das dez virgens Mateus 25,1-13 Mateus 25.1-13 . Na nossa reflexão de Mateus “Jesus acabou de falar do fim dos tempos. Agora, como era seu costume, ele usa parábolas isso é figuras para realçar as lições que seus seguidores precisavam aprender sobre os tempos finais. Como em outras figuras que Jesus usou, não podemos buscar significado em cada detalhe. O fato de haver cinco virgens prudentes e cinco insensatas não quer dizer que a metade da humanidade será salva e a outra metade não. O ponto é de que haverá apenas duas categorias: Os que estão preparados e os que não estão. A intenção de Jesus nesta parábola em Mateus é chamar a atenção para a responsabilidade pessoal de cada um. As virgens insensatas poderiam ter tomado a iniciativa de trazer mais óleo, ou ter buscado enquanto havia tempo. Mas não o fizeram. Da mesma forma, muitas pessoas hoje poderiam buscar mais a Palavra de Deus, compreendê-la e

Escutando o Espírito segundo Atos dos Apóstolos

Escutando o Espírito segundo Atos dos Apóstolos (Pedro disse:) Todo o povo de Israel deve ficar bem certo de que este Jesus que vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Messias. Quando ouviram isso, todos ficam muito aflitos e pergutanram a Pedro e aos outros apóstolos: Irmãos, o que devemos fazer? Pedro respondeu: Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para que sejam perdoados; e vocês receberão do Pai o Espírito Santo.    Na leitura de Atos dos Apóstolos nos ouvimos o relato do que aconteceu naquele primeiro dia de Pentecostes. Todos os cristãos estavam reunidos em um só lugar, assim como nós estamos aqui hoje. Primeiro eles ouviram o som de um vento muito forte. Este barulho de vento não estava fora daquele quarto, mas dentro dele. Será que este foi o mesmo vento que soprou em todo o mundo por ocasião da criação, como lemos em Gn 1.1-2 e que finalmente deu vida ao primeiro homem criado por Deus? Será que este era o mesmo vendo de

A dor, Sentir dor acaba sendo normal

A dor, Sentir dor acaba sendo normal Sentir dor acaba sendo normal, pois todos sentem ela algumas vezes na vida. Olhar para a dor e vela como algo presente em nossa vida é normal. Mas quando uma doença grave nos toca ficamos desesperados e com dor na alma, nenhum  analgésico  consegue parar essa dor.             Olhar para a sexta-feira santa nós percebemos o que é isso, é a completa  ausência  de Deus, é o inferno aqui na terra. Jesus passou por esse sentimento ao dizer Deus meu, Deus meu, por que me desamparou. Não ter Deus, leva o ser humano nos momentos de desamparo a ter uma dor que não acaba. Sem Deus só nos resta o inferno a insegurança o abandono. Alias, o inferno foi feito para separar os anjos que não quiseram obedecer a Deus. Acharam que poderiam ser mais felizes sem Deus. Quantas pessoas acham que podem ser felizes sem Deus, sem Jesus Cristo. Podem até ser felizes por um breve tempo mas não terão o conforto de saber que mesmo no sofrimento Deus cuida dela. Que